quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Coincidência.


Eu não sei se por sexto sentido ou se por alguma magia oculta..., quase sempre alugo dois filmes com o mesmo ator. Não sou do tipo que fica horas lendo sinopses na locadora e talvez seja essa a fonte do problema. Levo pra casa uma caixinha de surpresas que pode ser a maior caixa de Pandora..., mas também, se for pra assistir apenas filmes aos quais já esteja predisposta, quando vou me permitir ver algo diferente? Quais as chances de um choque, de uma epifania ou de uma simples catarse? Baixas, eu acho. Então, na quarta passada, aluguei Capote e Syriana, e para o meu espanto_ chato quando a rotinha desbota a graça da coisa_ Cris Cooper atuou em todos dois. No primeiro, como um agente reservado e honesto. No segundo, como um corrupto e ambicioso chefão do petróleo. Seja como for, gosto do modo como ele carrega nas cores sem sair do discreto. Ainda assisto Adaptação, filme que rendeu ao Cooper o Oscar de melhor ator coadjuvante. Até lá, algumas indagações:




Afinal de contas, Capote se apaixonou ou não pelo assassino Perry Smith?


Por que o nome do filme se chama Syriana?

E, por fim, qual a visão no filme a respeito dos árabes e dos persas? São pessoas que querem voltar para o século VIII ou gente normal que sofre as conseqüências nefastas da indústria do petróleo? O filme realmente queria passar uma mensagem de alerta?

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